segunda-feira, 3 de junho de 2013

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Incesto lesbico

Olá. Sou leitora de contos eróticos maravilhosos que já me deram muito prazer e hoje tomei coragem e decidi compartilhar minha história com vocês também postando neste site que tenho dará muito prazer aos seus leitores. Meu nome é Enia, tenho 37 anos e sou divorciada a 2 anos. Eu casei grávida e tive apenas a minha filha deste casamento. Depois do meu divórcio tive apenas um relacionamento com um homem maravilhoso mas que durou apenas 6 meses. Depois disso não tive mais namorados. Depois desse meu último relacionamento eu me satisfazia sozinha. Sempre me masturbei mas isso era raro. Depois desse último romance porém? isso ficou mais frequente. Passei a ler contos eróticos para me deliciar enquanto lia. Por curiosidade passei a ler relatos lésbicos e eles passaram a ser mais interessantes para mim. Nunca tive contato com uma mulher mas o sabor do ?novo? e a forma dos relatos passaram a mexer mais com minha imaginação. Um dia passei os olhos em um relato de incesto entre pai e filha. Aquilo me chocou pois pensei na minha filha sofrendo esse abuso mas de uma forma surpreendente? eu fui me excitando com o que eu estava lendo. A excitação foi subindo a ponto de eu não aguentar e começar a me acariciar.... Terminei com um sentimento estranho e com nojo de mim mesma por ter me excitado com isso. Mas esse conto não me saia da cabeça. No dia seguinte acordei e fui preparar o nosso café da manhã e quando minha filha desceu a primeira coisa que me lembrei foi do conto da noite anterior e fiquei excitada na hora. Meus olhos correram para o corpo da minha filha ainda em formação. Os pequenos seios? tão firmes que quase não se mexiam ao andar? os quadris mais salientes? a boca pequena mas carnuda? vermelha e.... fiquei excitada! Ela me deu um beijo como todas as manhãs. Tomamos o café e ela foi para escola. Fiquei olhando ela ir embora com a calça deixando a bundinha durinha rebolando diante dos meus olhos. Fiquei horrorizada mas muito excitada. Durante os dias seguintes lutei com isso na minha cabeça. Passava a olhar cada dia com mais desejo pela minha filha e às vezes que me subia a vontade de me satisfazer só conseguia imaginar coisas com ela. Passei a acompanhar se ela tinha algum momento de excitação e descobri que algumas vezes ela dormia com o travesseiro entre as pernas. Nada demais porém eu pude ver que ela fazia leves movimentos com a pélvis. Isso me deixou quase enlouquecida. Fiquei obcecada e cega a ponto de tentar criar ocasiões de sedução! Ela dorme no máximo às 22:00 hs mas sempre pede para ficar um pouco mais vendo TV. Então passei a verificar na programação da TV a cabo aqueles programas sobre sexo que começam em alguns canais depois da meia-noite. Eu lia a sinopse? escolhia os mais interessantes e dizia para ela podia ficar assistindo TV na sala comigo até dar sono. Nas primeiras vezes ela dormiu mas acho que lá pela terceira vez ela estava acordada quando a programação começou. Essa noite era um programa de reportagem em casas de swing e ela não tirava os olhos da tela. Suavemente eu coloquei o travesseiro entre minhas pernas mais ou menos na mesma posição que ela colocava? como eu tinha visto? e começei a me mexer suavemente. Queria ver se ela percebia o que estava acontecendo. Como ela fazia praticamente a mesma coisa com o travesseiro acho que deve ter notado pois observei que os olhos dela antes vidrados na tela passaram a olhar pra mim e meus movimentos. Passei a me mexer mais me excitando muito e toda molhada de tesão. De repente ela perguntou: ?que cheiro é esse?? (meu sexo). Tomei um susto mas respondi que não estava sentindo nada. Ela ficou calada. Eu decidi deixar ela sozinha para ver se ficava excitada com a cena? dei um beijo e fui para o meu quarto? tendo o cuidado de deixar minha porta aberta. Na cama? fiquei na mesma posição que ela com o travesseiro para que ela me notasse quando subisse. Na manhã seguinte ela desceu calada. Tomou café em silêncio me deu um beijo e foi embora. Fiquei preocupada se meu tiro tinha saído pela culatra. À noite enquanto eu preparava o jantar ela me perguntou se poderia assistir TV até mais tarde novamente. Eu disse que não teria problema desde que eu ganhasse um abraço. Ela sorriu e me abraçou e senti aqueles peitinhos durinhos em meu corpo e o perfume de seus cabelos me deixando cheia de tesão. Mais tarde? eu trouxe novamente o travesseiro? coloquei no canal certo e esperei o show começar. Lá pelas 22:00 hs ela desceu e veio para o sofá. O programa começou e logo coloquei o Olá. Sou leitora de contos eróticos maravilhosos que já me deram muito prazer e hoje tomei coragem e decidi compartilhar minha história com vocês também postando neste site que tenho dará muito prazer aos seus leitores. Meu nome é Enia, tenho 37 anos e sou divorciada a 2 anos. Eu casei grávida e tive apenas a minha filha deste casamento. Depois do meu divórcio tive apenas um relacionamento com um homem maravilhoso mas que durou apenas 6 meses. Depois disso não tive mais namorados. Depois desse meu último relacionamento eu me satisfazia sozinha. Sempre me masturbei mas isso era raro. Depois desse último romance porém? isso ficou mais frequente. Passei a ler contos eróticos para me deliciar enquanto lia. Por curiosidade passei a ler relatos lésbicos e eles passaram a ser mais interessantes para mim. Nunca tive contato com uma mulher mas o sabor do ?novo? e a forma dos relatos passaram a mexer mais com minha imaginação. Um dia passei os olhos em um relato de incesto entre pai e filha. Aquilo me chocou pois pensei na minha filha sofrendo esse abuso mas de uma forma surpreendente? eu fui me excitando com o que eu estava lendo. A excitação foi subindo a ponto de eu não aguentar e começar a me acariciar.... Terminei com um sentimento estranho e com nojo de mim mesma por ter me excitado com isso. Mas esse conto não me saia da cabeça. No dia seguinte acordei e fui preparar o nosso café da manhã e quando minha filha desceu a primeira coisa que me lembrei foi do conto da noite anterior e fiquei excitada na hora. Meus olhos correram para o corpo da minha filha ainda em formação. Os pequenos seios? tão firmes que quase não se mexiam ao andar? os quadris mais salientes? a boca pequena mas carnuda? vermelha e.... fiquei excitada! Ela me deu um beijo como todas as manhãs. Tomamos o café e ela foi para escola. Fiquei olhando ela ir embora com a calça deixando a bundinha durinha rebolando diante dos meus olhos. Fiquei horrorizada mas muito excitada. Durante os dias seguintes lutei com isso na minha cabeça. Passava a olhar cada dia com mais desejo pela minha filha e às vezes que me subia a vontade de me satisfazer só conseguia imaginar coisas com ela. Passei a acompanhar se ela tinha algum momento de excitação e descobri que algumas vezes ela dormia com o travesseiro entre as pernas. Nada demais porém eu pude ver que ela fazia leves movimentos com a pélvis. Isso me deixou quase enlouquecida. Fiquei obcecada e cega a ponto de tentar criar ocasiões de sedução! Ela dorme no máximo às 22:00 hs mas sempre pede para ficar um pouco mais vendo TV. Então passei a verificar na programação da TV a cabo aqueles programas sobre sexo que começam em alguns canais depois da meia-noite. Eu lia a sinopse? escolhia os mais interesantes e dizia para ela podia ficar assistindo TV na sala comigo até dar sono. Nas primeiras vezes ela dormiu mas acho que lá pela terceira vez ela estava acordada quando a programação começou. Essa noite era um programa de reportagem em casas de swing e ela não tirava os olhos da tela. Suavemente eu coloquei o travesseiro entre minhas pernas mais ou menos na mesma posição que ela colocava? como eu tinha visto? e comecei a me mexer suavemente. Queria ver se ela percebia o que estava acontecendo. Como ela fazia praticamente a mesma coisa com o travesseiro acho que deve ter notado pois observei que os olhos dela antes vidrados na tela passaram a olhar pra mim e meus movimentos. Passei a me mexer mais me excitando muito e toda molhada de tesão. De repente ela perguntou: ?que cheiro é esse?? (meu sexo). Tomei um susto mas respondi que não estava sentindo nada. Ela ficou calada. Eu decidi deixar ela sozinha para ver se ficava excitada com a cena? dei um beijo e fui para o meu quarto? tendo o cuidado de deixar minha porta aberta. Na cama? fiquei na mesma posição que ela com o travesseiro para que ela me notasse quando subisse. Na manhã seguinte ela desceu calada. Tomou café em silêncio me deu um beijo e foi embora. Fiquei preocupada se meu tiro tinha saído pela culatra. À noite enquanto eu preparava o jantar ela me perguntou se poderia assistir TV até mais tarde novamente. Eu disse que não teria problema desde que eu ganhasse um abraço. Ela sorriu e me abraçou e senti aqueles peitinhos durinhos em meu corpo e o perfume de seus cabelos me deixando cheia de tesão. Mais tarde? eu trouxe novamente o travesseiro? coloquei no canal certo e esperei o show começar. Lá pelas 22:00 hs ela desceu e veio para o sofá. O programa começou e logo coloquei o travesseiro entre as pernas só que dessa vez eu coloquei minha mão por baixo do travesseiro para me tocar. Fiz de propósito para ela notar e deu certo. Essa noite ela ficou me olhando mais e notei que também se mexia mais no sofá. Ao terminar o programa chamei-a para dormir e subi abraçada com ela? tendo o cuidado de passar as mãos perto do seu rosto para que ela sentisse outra vez o cheiro do meu sexo e associasse aquilo à minha excitação. Fomos cada uma para seu quarto e passei a noite me tocando quase sem dormir de tanto desejo. No dia seguinte notei ela mais calada ainda. E foi assim quando voltou do colégio. No começo da noite convidei ela para tomar banho comigo e pela primeira vez ela recusou. Aí fiquei preocupada mas insisti: ?Vamos filha? qual o problema??. Deu certo. Ela veio (mas calada) e entramos no chuveiro mas ela parecia mais fechada. Comecei a passar a esponja em suas costas mas parei e disse que iria dar banho nela com uma esponja ?diferente?. Enchi meu corpo de espuma? abraçei ela de costas e comecei a esfregar meu corpo nas costas dela? subindo e descendo. Aquela fricção subindo e descendo me deixou doida. Começamos a rir e puxei ela mais para mim enquanto minhas mãos avançaram sobre os seios duros e deslizavam para baixo do corpo dela. Em minutos só havia o barulho da água e dos corpos de esfregando. Eu forçava cada vez mais minha boceta na bundinha dela? esfregando gostoso e passava minhas mãos acariciando suas coxas? alisando a xaninha ? os seios.... ela fechou os olhos e ficamos assim uns 5 minutos sem parar? subindo e descendo. Eu tinha certeza que ela estava excitada. Terminamos o banho sem uma palavra sequer. Perguntei a ela se queria ver TV até mais tarde e ela respondeu que sim. Adorei! Descemos e novamente nem uma única palavra. Na minha cabeça eu precisava decidir se seguia ou não com aquela loucura. Eu poderia votar atrás mas a imagem da minha filha com os cabelos molhados me fez decidir em prosseguir  Terminamos o jantar e eu subi para colocar uma camisola. Não usamos camisola fora do quarto mas fiz isso como mais uma provocação para ela. Quando eu desci ela me olhou e sem falar nada subiu. Fiqueie sem entender nada. Olhei a TV? já estava no canal certo. Uns 10 minutos depois ela desce também de camisola. Aquilo para mim foi um sinal verde para avançar forte.... Antes do programa eu pedi a ela para sentar entre minhas pernas como eu fazia quando ela era menor. Novamente sem uma palavra ela veio. Eu fiquei sentada com as pernas abertas e ela sentou no meio delas deixando a bundinha em contato com a minha boceta e se encostou em mim. O cheiro dos seus cabelos úmidos me fez delirar e quando o programa começou eu abracei ela e começei a dar cheirinhos nela e a dar soprinhos no pescoço. Ela começou a sentir cócegas e eu aproveitei para fazer mais cócegas com as mãos. O mexe mexe fez com que a bundinha ficasse roçando na minha boceta e delirei. Quanto mais cócegas eu fazia mais eu puxava ela para perto de mim esfregando minha xana quente de tesão naquela pele gostosa. Notei que cada vez que eu a puxava ela empurrava mais a bundinha para minha boceta aumentando a fricção deliciosa. Eu estava com um tesão enorme e parei com as cócegas trocando por beijos e lambidas em seu pescoço. Abracei ela forte enquanto minha língua avançava pelo seu pescoço. Ela se arrepiou e eu desci a mão para sua xaninha enquanto a outra avançou para os seios. Na tela um casal estava transando e os gemidos da mulher deixaram um clima louco desejo. Eu estava ensopada e com muito tesão e sabia que ela também estava. Entre lambidas perguntei baixinho? rouca com a voz carregada de desejo : ?você está sentindo aquele cheiro?? Ela respondeu de olhos fechados; ?estou?.... Eu tive certeza que havia chegado o momento de viver a minha própria experiência de incesto lésbico da forma mais gostosa do mundo! Avancei minha mão para dentro da calcinha dela e comecei a massagear a xaninha de pelinhos ralos. Estava encharcada e com a outra mão apertava e massageava aqueles peitinhos deliciosos. Ela começou a se contorcer e quanto mais eu puxava ela pra mim? mais ela empinava a bundinha. Ela sabia que aquilo me excitava ainda mais e o mesmo movimento que eu fazia com a mão na xaninha dela ela repetia rebolando suave na minha buceta. Os gemidos da mulher na TV me deixaram cada vez mais louca e cega de tesão. Peguei uma das mãos dela e levei até a sua xaninha. Ela quis tirar mas eu segurei e começei a masturbá-la com sua própria mão. Ela jogou a cabeça para trás e começou a rebolar mais forte na minha boceta enquanto eu chupava seu pescoço como uma vampira no cio. Estava sendo a transa mais gostosa da minha vida! Patra aumentar ainda mais o tesão peguei sua mão e coloquei seus dedinhos na entrada da sua xaninha. Ela quis tirar mas segurei firme. Depois conduzi os dedos melados com seu mel para minha boca e chupei os dois dedinhos com muita vontade. Baixei a mão dela e repeti a ação e na teceira vez fiquei com a boca aberta e a língua de fora. Ela entendeu e colocou sozinha a mão na xaninha e trazia para que eu chupasse. Cada vez mais eu via que ela colocava mais fundo e vinha mais molhada e enquanto eu chupava ele me olhava zarolha? tonta de tesão. Baixei as duas mãos delas para a xaninha dela e forcei uma esfregação mais forte. Ela começou a pular de tesão. Soltei e ela começou a se masturbar forte enquanto eu chupava seu pescoço e apertava seis peitinhos duros de tesão. Começamos uma viajem alucinante? minha filha se masturbando com as pernas abertas? duas mãos no bocetinha virgem? cavalgando de costas para mim e eu sentada me esfregando e sentindo bundinha quente na minha buceta em brasa. Eu avancei minha língua em sua orelha e ela virou o rosto para que eu cravasse minha língua doida em seu ouvido Mãe e filha se esfregando gostosas! Mas tudo isso sem uma palavra sequer? só a respiração sufocante!! De repente? ela parou e se se esticou toda? fechou as penas e começou a tremer! Ela estava gozando? linda e deliciosa! Eu já sem me aguentar segurei-a forte e esfreguei minha boceta mais forte na sua bundinha dura e gozei como uma cadela no cio? esfregando minha buceta e meis seios naquele corpo inocente e delicioso. Foi uma sensação maravilhosa? mãe filha gozando juntas com muito tesão. Todos aqueles contos com mulheres e também de incesto vieram à minha mente e explodiram com meu gozo. Terminamos abraçadas e completamente molhadas e sem forças. Estranhamente não houve uma só troca de palavras. Ela se levnatou sem falar nada e foi ao banheiro se lavar. Saiu e foi para o quarto sem dar nem boa noite. Eu me lavantei e fiz o mesmo mas confesso que dormi muito preocupada. Na minha cabeça agora só passava os possíveis traumas que minha filha iria sofrer por minha causa. Pela manhã? como de costume? tomamos café mas novamente nem uma única. Eu me conformei com a idéia de que tinha sido a primeira e última vez que eu tinha feito amor com minha filha mas o tempo mostrou que isso não era verdade pois essa foi a primeira mas não a última? mas isso fica para um outro relato. Eu vou adorar me corresponder com pessoas que gostam de relatos assim? principalmente incestos lésbicos. Por favor? me escrevam? enviem coisas deliciosas. Eu vou ter o maior prazer em ler e responder cada mail e de relatar as outras experiências entre mim e minha filha. Beijo a todos. entre as pernas só que dessa vez eu coloquei minha mão por baixo do travesseiro para me tocar. Fiz de propósito para ela notar e deu certo. Essa noite ela ficou me olhando mais e notei que também se mexia mais no sofá. Ao terminar o programa chamei-a para dormir e subi abraçada com ela? tendo o cuidado de passar as mãos perto do seu rosto para que ela sentisse outra vez o cheiro do meu sexo e associasse aquilo à minha excitação. Fomos cada uma para seu quarto e passei a noite me tocando quase sem dormir de tanto desejo. No dia seguinte notei ela mais calada ainda. E foi assim quando voltou do colégio. No começo da noite convidei ela para tomar banho comigo e pela primeira vez ela recusou. Aí fiquei preocupada mas insisti: ?Vamos filha? qual o problema??. Deu certo. Ela veio (mas calada) e entramos no chuveiro mas ela parecia mais fechada. Comecei a passar a esponja em suas costas mas parei e disse que iria dar banho nela com uma esponja ?diferente?. Enchi meu corpo de espuma? abracei ela de costas e comecei a esfregar meu corpo nas costas dela? subindo e descendo. Aquela fricção subindo e descendo me deixou doida. Começamos a rir e puxei ela mais para mim enquanto minhas mãos avançaram sobre os seios duros e deslizavam para baixo do corpo dela. Em minutos só havia o barulho da água e dos corpos de esfregando. Eu forçava cada vez mais minha boceta na bundinha dela? esfregando gostoso e passava minhas mãos acariciando suas coxas? alisando a xaninha ? os seios.... ela fechou os olhos e ficamos assim uns 5 minutos sem parar? subindo e descendo. Eu tinha certeza que ela estava excitada. Terminamos o banho sem uma palavra sequer. Perguntei a ela se queria ver TV até mais tarde e ela respondeu que sim. Adorei! Descemos e novamente nem uma única palavra. Na minha cabeça eu precisava decidir se seguia ou não com aquela loucura. Eu poderia votar atrás mas a imagem da minha filha com os cabelos molhados me fez decidir em prosseguir  Terminamos o jantar e eu subi para colocar uma camisola. Não usamos camisola fora do quarto mas fiz isso como mais uma provocação para ela. Quando eu desci ela me olhou e sem falar nada subiu. Fiquei sem entender nada. Olhei a TV? já estava no canal certo. Uns 10 minutos depois ela desce também de camisola. Aquilo para mim foi um sinal verde para avançar forte.... Antes do programa eu pedi a ela para sentar entre minhas pernas como eu fazia quando ela era menor. Novamente sem uma palavra ela veio. Eu fiquei sentada com as pernas abertas e ela sentou no meio delas deixando a bundinha em contato com a minha boceta e se encostou em mim. O cheiro dos seus cabelos úmidos me fez delirar e quando o programa começou eu abracei ela e comecei a dar cheirinhos nela e a dar soprinhos no pescoço. Ela começou a sentir cócegas e eu aproveitei para fazer mais cócegas com as mãos. O mexe mexe fez com que a bundinha ficasse roçando na minha boceta e delirei. Quanto mais cócegas eu fazia mais eu puxava ela para perto de mim esfregando minha xana quente de tesão naquela pele gostosa. Notei que cada vez que eu a puxava ela empurrava mais a bundinha para minha boceta aumentando a fricção deliciosa. Eu estava com um tesão enorme e parei com as cócegas trocando por beijos e lambidas em seu pescoço. Abracei ela forte enquanto minha língua avançava pelo seu pescoço. Ela se arrepiou e eu desci a mão para sua xaninha enquanto a outra avançou para os seios. Na tela um casal estava transando e os gemidos da mulher deixaram um clima louco desejo. Eu estava ensopada e com muito tesão e sabia que ela também estava. Entre lambidas perguntei baixinho? rouca com a voz carregada de desejo : ?você está sentindo aquele cheiro?? Ela respondeu de olhos fechados; ?estou?.... Eu tive certeza que havia chegado o momento de viver a minha própria experiência de incesto lésbico da forma mais gostosa do mundo! Avancei minha mão para dentro da calcinha dela e comecei a massagear a xaninha de pelinhos ralos. Estava encharcada e com a outra mão apertava e massageava aqueles peitinhos deliciosos. Ela começou a se contorcer e quanto mais eu puxava ela pra mim? mais ela empinava a bundinha. Ela sabia que aquilo me excitava ainda mais e o mesmo movimento que eu fazia com a mão na xaninha dela ela repetia rebolando suave na minha buceta. Os gemidos da mulher na TV me deixaram cada vez mais louca e cega de tesão. Peguei uma das mãos dela e levei até a sua xaninha. Ela quis tirar mas eu segurei e comecei a masturbá-la com sua própria mão. Ela jogou a cabeça para trás e começou a rebolar mais forte na minha boceta enquanto eu chupava seu pescoço como uma vampira no cio. Estava sendo a transa mais gostosa da minha vida! Patra aumentar ainda mais o tesão peguei sua mão e coloquei seus dedinhos na entrada da sua xaninha. Ela quis tirar mas segurei firme. Depois conduzi os dedos melados com seu mel para minha boca e chupei os dois dedinhos com muita vontade. Baixei a mão dela e repeti a ação e na teceira vez fiquei com a boca aberta e a língua de fora. Ela entendeu e colocou sozinha a mão na xaninha e trazia para que eu chupasse. Cada vez mais eu via que ela colocava mais fundo e vinha mais molhada e enquanto eu chupava ele me olhava zarolha? tonta de tesão. Baixei as duas mãos delas para a xaninha dela e forçei uma esfregação mais forte. Ela começou a pular de tesão. Soltei e ela começou a se masturbar forte enquanto eu chupava seu pescoço e apertava seis peitinhos duros de tesão. Começamos uma viajem alucinante? minha filha se masturbando com as pernas abertas? duas mãos no bocetinha virgem? cavalgando de costas para mim e eu sentada me esfregando e sentindo bundinha quente na minha buceta em brasa. Eu avancei minha língua em sua orelha e ela virou o rosto para que eu cravasse minha língua doida em seu ouvido Mãe e filha se esfregando gostosas! Mas tudo isso sem uma palavra sequer? só a respiração sufocante!! De repente? ela parou e se se esticou toda? fechou as penas e começou a tremer! Ela estava gozando? linda e deliciosa! Eu já sem me aguentar segurei-a forte e esfreguei minha boceta mais forte na sua bundinha dura e gozei comu uma cadela no cio? esfregando minha buceta e meis seios naquele corpo inocente e delicioso. Foi uma sensação maravilhosa? mãe filha gozando juntas com muito tesão. Todos aqueles contos com mulheres e também de incesto vieram à minha mente e explodiram com meu gozo. Terminamos abraçadas e completamente molhadas e sem forças. Estranhamente não houve uma só troca de palavras. Ela se levnatou sem falar nada e foi ao banheiro se lavar. Saiu e foi para o quarto sem dar nem boa noite. Eu me lavantei e fiz o mesmo mas confesso que dormi muito preocupada. Na minha cabeça agora só passava os possíveis traumas que minha filha iria sofrer por minha causa. Pela manhã? como de costume? tomamos café mas novamente nem uma única. Eu me conformei com a idéia de que tinha sido a primeira e última vez que eu tinha feito amor com minha filha mas o tempo mostrou que isso não era verdade pois essa foi a primeira mas não a última? mas isso fica para um outro relato. Eu vou adorar me correponder com pessoas que gostam de relatos assim? principalmente incestos lésbicos. Por favor? me escrevam? enviem coisas deliciosas. Eu vou ter o maior prazer em ler e responder cada mail e de relatar as outras experiências entre mim e minha filha. Beijo a todos.


O grande cacete do meu filho

Como toda a mulher de 38 anos,eu confesso que tenho momentos onde o sexo me faz falta.De natureza,eu sou uma mulher quente que gosta muito de sexo e eu teria relações sexuais todos os dias se tivesse a oportunidade.
Eu atinjo facilmente o orgasmo e adoro me masturbar sozinha.Eu fiz isso,a maior parte da minha vida de adulta,eu tive vàrios namorados antes de me casar,mas infelizmente para o meu marido,que não conseguiu acompanhar a minha energia sexual e as minhas necessidades sexuais ,acabei por divorciar.
Tenho cabelos longos ,olhos esverdeados .Sempre me disseram que não mostro a idade que tenho,eu meço 1m70 e fisicamente sou elegante.O que atrai o olhar masculino são os meus seios.Tenho um grande par de mamas,que ainda são firmes cheios de vitalidade.Eu tive algumas aventuras sexuais, depois de estar divorciada,mas nenhuma me satisfez,a maior parte acabaram por uma foda ràpida me deixando fustrada.Eu vivo no interior de Portugal,com o meu filho de 18 anos,eu nunca pensei nele sexualmentel,por razões obvias,mas eu constactei que ele estava um homem muito bonito,ele fazia muito desporto e tinha começado a trabalhar,e ele não tinha namorada.
Nos vivemos juntos,depois o meu divorcio ,foi uma etapa dificil para nos os dois,mas teve um lado positivo,aproximou-nos um do outro.Com o tempo,eu comecei a olhar para o meu filho diferentemente ,não como meu filho,mas como um homem,eu sempre me senti atraida pelos homens mais jovens,e eu suponho que de ver o meu filho,em pleno crescimento diante de mim,me fez reflectir,perguntando à mim mesma como ele seria na cama.Evidentemente que as mães não devem pensar sobre os filhos desta maneira,mas era mais forte que eu não conseguia deixar de pensar..e eu começei a pensar no sexo com o meu filho...
Para acalmar o meu tesão que cada vez mais aumentava,eu procurei na internet ,fotos de jovens com caralhos enormes bem duros.Vendo todos esses jovens se masturbarem, a minha cona começou a ficar humida de tesão,eu perguntei a mim mesma qual seria a gossura do caralho do meu proprio filho.
Uma noite, convencida de que o meu filho tinha ido para a cama, eu entrei na net e encontrei um jovem de cerca de 18 anos com uma webcam. Ele tinha uma tão bela piça que eu me sentei confortavelmente para vê-lo bater uma punheta. Eu não pude evitar que as minhas mãos deslizassem entre as minhas pernas para acariciar a minha vagina toda molhada de tesão.
Firmemente assentada na minha cadeira e as pernas bem abertas com os pés sobre a mesa eu me despi e eu o olhei como uma puta. Eu vi a sua mão masturbar o seu grande caralho duro e longo tinha de cerca de 20 cm de comprimento . Durante aproximadamente cinco minutos, eu enfiei os meus dedos na minha cona e apertei os meus seios grandes a ver este grande caralho.Eu estava quase a atingir o orgasmo quando ouvi algo que me fez virar. Lá, na frente da porta estava meu filho, segurando seu pênis na mão e se masturbando suavemente.
O meu olhar fixou imediatamente o seu pênis, eu vi que ele tinha um grande e longo caralho. O tempo parece ter parado e ele estava ali diante dos meus olhos, bem abertos.
Ele olhou para mim e continuou a se masturbar na frente da sua mãe. Eu não queria acreditar que o meu filho tivesse um caralho assim , era enorme.Ele me surpreendeu a me masturbar vendo um jovem no meu computador! Eu fui apanhada, cai na armadilha! Não havia nenhuma maneira de esconder o que estava fazendo. Eu tinha os meus dedos na minha vagina e eu estava completamente nua, as pernas afastadas, e eu ainda por cima estava gemendo de prazer.
De onde ele estava, ele não podia realmente ver o jovem no computador a se masturbar, mas vendo o seu caralho duro na sua sua mão me fez perceber que ele aprovava as coisas que eu estava a fazer.
De repente, nossos olhos se encontraram e ele sobressaltou e percebendo que eu o vi olhando para mim, ele saiu assustado , Ouvi ele correndo para seu quarto e fechou a porta. No começo eu estava hipnotizada, meus olhos ainda fixados na porta. Eu não podia acreditar no que vi. Meu filho de pé me observando a masturbar como uma prostituta enquanto ele batia uma punheta.
Finalmente, eu decidi que eu deveria ir falar com ele, eu desliguei o meu computador e apainhei o meu roupão de dormir que estava no chão,e fui até seu quarto. A porta estava entreaberta e eu esqueçi-me de bater. Com um movimento rápido, eu empurrei a porta ,sem pensar nas consequências, sem saber como o meu filho iria reagir.Quando eu entrei, ele estava deitado na sua cama com seu jovem caralho na mão, eu retomei a minha respiração, porque eu estava novo na frentre do enorme caralho do meufilho. Ele levantou a cabeça e viu-me e de novo , tentou esconder rapidamente o seu membro erecto da minha vista. Ele se cobriu com os cobertores e não disse uma palavra.
Eu me aproximei da cabeceira da sua cama. Ele olhou para mim, o seu rosto corou e a sua respiração tornou-se mais pesada. De repente, eu sinti a excitação subir dentro de mim.Sem saber exatamente o que eu devia dizer, eu sentei-me na beira da cama. Cruzando as minhas pernas , e ,involuntariamente permiti que o meu roupão caisse nos ambos lados das minhas pernas.Com a boca seca e o coração batendo forte Eu olho para ele e sorri, sua cabeça estava virada para baixo, tentando não olhar para mim.
eu: \"peço desculpa pelo que tu vistes o que eu estava fazendo na internet. Eu não queria que tu me visses a fazer essas coisas ... uh ... desagradáveis.\"
Eu não tive certeza de que foi a coisa mais adequada a dizer.
eu: \"Mas eu vi que tu estavas apriciar o meu espectàculo. Há quanto tempo tu estavas me espionando e que tu vistes exatamente? \"
Ele me disse que ele estava lá há algum tempo e ficou surpreso ao ver-me masturbar, especialmente na frente de um jovem. Eu sorri e olhando para baixo e coloquei a mão nele. Ele tentou esconder a sua ereção , tentou mover-se para torná-la menos óbvia, mas já era tarde demais para isso. Eu sinti que minha cona eatava molhada e meu coração batia forte no meu peito. Além de , inconscientemente, ter dado o meu filho uma enorme ereção, agora é ele que me deixou incrivelmente excitdada .Tomei coragem ,e levantei o rosto do meu filho na minha direção e olhei para ele, nos olhos. Eu disse descaradamente e sem vergonha:
eu: \"Eu gosto de ver um jovem a masturbar-se, às vezes. não hà mal nenhum somente olhar, não é? Eu também gosto de me masturbar, tanto quanto tu também gostas, nem mais nem menos ... eu constacto que tu és um homem bonito e tu estàs bem equipado ... parece igual ao jovem do computador ... \"
Seus olhos ficaram arregalados de repente eu percebi-me do que acabei dedizer. Eu esqueci-me completamente que ele era meu filho, sentada na frente dele. Minha mente estava completamente obcecada, não pela da situação, mas apenas pelo pensamento deste caralho enorme escondido debaixo das cobertas, a poucos centímetros de mim. Ele me pareceu surpreso e não sabia o que fazer. Eu sabia que tinha de assumir a liderança. Eu sorri para ele e disse.
eu : \"Eu posso querido? ... mãe quer ver o teu grande caralho? Eu realmente quero ver meu bebê.\"
Ele olhou para mim e sorriu, encolhendo os ombros.
ele: \"Sim. .. Você ... quer ... mãe ...\", disse ele nervosamente.
Ainda com o controle da situação eu puxei as cobertores expondo à minha vista o seu peito e a sua barriga. Com grande entusiasmo, eu tirei completamente as cobertores e eu tinha diante de meus olhos um magnífico caralho bem duro.Eu respirei fundo , com a boca entreaberta. Seu caralho estava apontando na minha direção como uma flecha,eu não conseguia tirar os olhos do seu sexo que estava diante de mim, eu não conseguia falar, e meu coração batia no meu peito. Sinti os músculos da minha vagina vibrar e se contrair.incrivel! Ele é enorme! Eu pensei sozinha.Lentamente, eu deslizei para fora da cama e eu me ajoelhei ao lado, apoiando-me na borda do colchão.
eu: \"Ah, meu filho, tu tens uma bela ferramenta.\"
E avançando o meu braço eu peguei com os meus dedos o seu mastro.Ele deixou escapar um longo e profundo gemido quando eu aperto meus dedos em torno do seu caralho. Eu olhei para as minhas mãos subindo para cima e descendo para baixo , enquanto fazia uma avaliação da espessura e da imensidão do seu pau..Sem pensar muito, comecei a deslizar minha mão para cima e para baixo naquela barra de prazer, sentindo as veias pulsando por entre meus dedos. Eu também notei que ele tinha enormes bolas.
ele \"Oh merda mãe ... isso é bom ..... haaaaa ... siiiiimmm ... \"
Eu quase me esqueci que ele era meu filho que estava gemendo. Eu estava tão hipnotizada pelo seu membro. Eu vi ele com os olhos bem fechados, com um largo sorriso no rosto . Eu respiro fundo e disse com confiança.
eu \"É tão grande ! Eu não posso acreditar que tu tens um caralho é tão bonito e tão grande ... tu gostas quando a mãe brinca com ela? \"
Só então, ele balançou a cabeça em aprovação e soltou um longo gemido profundo.Eu fiquei olhando para ele continuaando a masturbar o seu belo pau, delicadamente, deslumbrada com esta maravilha natural por quase dez minutos, foi provavelmente o maior pau que eu já vi na minha vida. Eu desabotei o cinto do meu roupão e deixei-o em aberto na frente dele e perguntei-lhe;
eu- \"Podemos jogar um pouco os dois juntos? tu não te importas meu garotão? Queres brincar com a cona da tua mãe, enquanto eu continuo a acariciar o teu belo pau grande?\"
Eu tentei não pensar sobre o que eu acabei de dizer, mas eu só conseguia pensar no meu filho, no seu caralho enorme e na minha cona molhada.Ele abre os olhos e sacudiu a cabeça com impaciência,tirei o meu roupão e toda nua,subi para cima da cama na cama, coloquei as minhas pernas em cada lado da cabeça do meu filho e minha cabeça entre suas coxas. Lentamente eu abri as minhas pernas para que ele possa ter a mais bela vista e eu, mais uma vez, peguei no seu pênis .
Durante alguns intantes, meu filho não fez nada, so olhou com cuidado a minha vagina como se tivesse diante de si um filme do computador com uma imagem na pornografia em grande plano.. Então, sem dizer uma palavra, ele começou a esfregar a mão na minha cona molhada como eu passei minha mão em seu pênis em ereção total.Sinti em mim uma onda de prazer quando os dedos do meu filho tocou na minha cona pela primeira vez.
eu: - \"Oh sim
 ... meu bebê brinca com a cona molhada da tua mãe \"
Eu não tinha certeza que ele tivesse comido algumas vaginas antes da minha vagina, mas é um bom aluno e ele aprende rapidamente. Ele passou os dedos ao redor dos lábios da minha cona, antes de deslizar um dedo no meu clitóris e trabalhar este botão sensível.
eu - \"hum... tu tens jeito \"
Meu rosto estava a centímetros de distância do seu pênis e eu tive um grande desejo de tomá-lo na minha boca, mas eu me controlei para ainda desfrutar a sensação de ter de seu caralho a palpitar nas minhas mãos.Ele continuou a agitar o meu clitóris e inseriu um dedo na minha cona me deixando ainda mais molhada.Sinti a sua emoção crescer e começou a acelerar o ritmo e intensificar a sua masturbação .Por um tempo ficamos bem em 69 a acariciar um ao outro outro, finalmente sinti que em breve ele ia se vir , mas primeiro eu queria senti-lo dentro de mim ,Eu tinha o desejo de sentir o seu caralho dentro da minha cona e só de pensar nisso a minha cona ficou mais molhada ainda mais.Mas o tamanho dele me fez um pouco de medo, porque seu pênis é realmente enorme.Então eu lhe disse;
eu- \"esporra entre as pernas da mãe e enche a minha cona do teu leitinho ...que pica boa tu tens filho .\"
Eu deitei-me na cama e abri as minhas pernas o mais possivel para que ele tivesse o acesso total,ele se ajoelhou entre minhas pernas, segurando na sua mão grande o seu caralho, e ele começou a se masturbar se aproximando mais rapidamente da minha cona excitada.
eu-\"isso mesmo. Mantem bem o teu caralho na direção da minha cona Eu quero que tu me cubra com o teu leitinho cremoso! me enche a minha cona com seu esperma quente! \"
Eu vi o seu pênis se aproximar e esfregou os lábios minha cona ao mesmo tempo, enquanto eu acariciava com os dedos o meu clitóris. Ele empurrou a cabeça do seu caralho contra minha cona que eu comecei a me perguntar se ele não ia colocá-lo dentro de mim, mas de repente ele começa a esporrar.Eu olhei os jatos fortes de seu esperma se esporrando nos pantelhos da minha cona. Ele tinha a sua cabeça levantada em êxtase, gemendo alto de prazer.
eu- \"Ah, sim, ESTE É O MEU BEBÊ que està a gozar! tu queimas a minha cona como o teu leite\"
Eu gritei quando ele ejaculou poderosamente.
eu - \"teu esperma do teu grande caralho é tão quente ... Eu gosto de sentir , simmmm ... é bom, mãe gosta te ver esporrar por ela\"
Quando ele párou de esporrar 
de leite de piça, eu apanhei o mais possivel e eu coloquei na minha fenda, como eu não permiti que ele me fodesse pela primeira vez.
Reservei-me para outro momento e eu me alegrava com este momento do seu jovem esperma ainda quente, mas eu não podia esperar para que ele me me fodesse que eu ainda temia dado o seu tamanho.
Naquele momento , eu não pude ver a grande quantidade de esperma que ele tinha ejaculado em mim. O lado de fora da minha cona estava coberta com seu esperma escorrendo, que agora corria até chegar ao meu cu.
Algum tempo depois, eu liberei-me do seu corpo e dei-lhe um beijo e desejando-lhe uma boa noite, eu fui para o meu quarto sem dizer nada, mas os nossos sorrisos e piscadelas não deixaram dúvidas sobre os nossos pensamentos

Eu pensei sobre o que tinha acontecido e eu não conseguia tirar da minha mente a visão de seu pênis jovem, mas enorme.A idéia de ter o caralho dele assim grande e duro, me fez com que a minha cona ficasse de novo molhada de novo e de novo eu deslizei minhas mãos entre as minhas pernas e masturbei-me fernecticamente e atingi rapidamente o orgasmo, , muito excitada, gemendo alto, com pensamentos peversos e sujos do incesto , antes de finalmente adormecer.



Minha filha

Meu nome é Gustavo, tenho 42 anos tenho uma filha de 18 anos, nós nus damos muito bem, somos uma família normal, quando tudo mudou, eu estava em minha cama assistindo uma programação na TV. Quando a Cintia chega, e se deita também, e começamos a conversar, ela ficou olhando pra mim eu fiquei meio sem jeito confesso que nunca tinha sentido coisa assim, ela então me falou papai eu gostaria de te falar uma coisa... fala filha o que é ? pai uma colega da escola me falou que, seu pai transava com ela, então eu fiquei maluco filha o que você está dizendo, isto não é verdade não pode acontecer isto e incesto, é pai eu também pensei assim mais ela mostrou algumas fotos dela nua que ele tirou até mesmo ela chupando o pinto dele, filha você foi longe demais vamos para com esta conversa e não quero você mais com essa tal colega e vou procurar saber desta conversa dela com você, puxa papai eu pensei que pudesse confiar em você pois somos muito amigas e prometi pra ela que nunca falaria pra ninguém, então minha filha abre um caderno que estava em suas mãos e tira umas fotos e disse é minha mentira ? não pude acreditar no que eu estava vendo, uma garota de 16 anos linda boazuda toda com corpo de dar inveja a qualquer mulher, e era linda a garota ela realmente estava chupando a rola com uma carinha doce e meiga com a rola toda em sua boca, filha é mesmo o pai dela? 
Sim pai é verdade. Olha filha você não conte isto pra ninguém nem mesmo a sua mãe tá certo ! tudo bem pai pode deixar. Um certo dia... pai esta é minha colega que eu olho a garota da foto, não pude acreditar no que eu estava vendo uma mulher num corpo de adolescente, que seios, que bunda, que pernas maravilhosas ela tem uma boca com lábios grossos linda linda. Fiquei pasmo, minha filha logo percebeu e disse pai disfarça assim vai deixar ela encabulada, foram para o quarto, horas depois fui até elas para oferecer um dinheiro para comprarem sorvete, e me aproximo do quarto quando escuto, você é louca minha filha dizia a ela você que eu transe com meu pai, ele nunca vai aceitar isto ele ficou louco quando contei de você, é meu pai também fez a mesma coisa quando contei pra ele que minha amiga transava com o pai, o que você tem que fazer e seduzir seu pai colocar roupas curtas shortinhos curtinhos sentar no colo dele passar a mão no peito dele, sem querer passar a mão no pau dele, pedir para ele passar brozeador quando estiver na piscina, você vai ver que ele é doido pra te comer, podemos bolar juntas um plano, eu ouvi tudo pelo pé da letra, queria ter entrado e dado a maior bronca mais confesso que fiquei super exitado meu pau doia de tanto tesão, deixei rolar as coisas e fiquei interessado, voltei para onde estava na sala e gritei Cintia vá compra uma caixa de sorvete e sirva para sua colega, obá disseram, e fiquei na sala imaginando metendo com as duas que loucura. Bolei logo um plano, vou chamar para irmos passar um final de semana no pequeno sítio de nossa família, minha esposa não gostou pois ela não se dar bem com o pessoal e foi logo dizendo não vou, ótimo, convidei a amiga de minha filha ela ficou muito feliz, no sábado estava-mos todos nos já prontos só esperando a Flávia, para nossa surpresa, o pai dela não só deixou como também veio junto, um cara de 45 anos muito simpático, bom dia pessoal este é meu pai, oi tudo bem apertamos as mãos e rumamos para o sitio, chegando que naquele 1º dia estava-mos sós, lá preparamos tudo churrasqueira as bebidas em fim nos divertimos bastante, quando resolvemos entrar na piscina eu e o pai da Flávia o Fernando as meninas já estavam lá nadavam de um lado para o outro, eu noto a Flávia muito em cima do seu pai abraçava subia em suas costas, quando minha filha resolveu fazer a mesma coisa e minha filha tomou a iniciativa pegou no meu pau eu fiz que não percebi a Flávia chama Cintia para falar algo elas falam baixinho em seus olvidos e olha para nos com caras de taradas derrepente a Flávia vem em minha direção e esbarra de propósito em mim passa a mão em minha rola que já estava pra lá de dura. Mergulha no fundo da piscina e tira meu pau para fora e começa a chupar eu não acreditei procurei a Cintia e não a vi e vejo o Fernando com cara de satisfação derrepente minha filha sobe, era o que eu imaginava enquanto a Flávia me chupava a Cintia chupava o Fernando, a Flávia olha nos meus olhos e diz, seu Gustavo a Cintia me falou que contou tudo para o Sr. Não foi? E pela sua cara o Sr. Deve estar com muita vontade também de comer a Cintia então vamos logo para o quarto e transarmos a vontade, vamos Cintia já consegui convencer seu pai, vamos papai... e ela chamou o Fernando saímos da piscina e fomos direto para o quarto, chegando lá minha filha estava um pouco apreensiva, quando a Flávia falou, eu quero que primeiro vocês vejam nos eu e meu pai transando para vocês começarem, tudo bem ? a Flávia então abaixou a sunga do seu pai e começou uma chupeta incrível, ela chupava toda sua extensão lambia até que disse pai não goza agora não, minha filha disse hora eu não vou ficar olhando quero também, vem painho deixa eu sentir o gosto dessa tua rola também, vem logo, me aproximei de Cintia e ofereci meu pau para ela quando ela pegou e olho pra mim com aquela carinha de anjo fiquei louco ela chupava a saliva escorria pela minha rola e ela sugava como se fosse o esperma não aguentei e disse filha vou gozar a Flávia gritou obá quero espermentar seu esperma seu Gustavo e veio correndo até minha rola disse quero também Cintia sentir o gosto do seu pai depois eu deixo você sentir o do meu, minha filha colocou minha rola toda na boca e movimentou num vai e vem ritimado que não aguentei tirei de sua boca e jatos fortes em seu rosto e no da Flávia elas esfregavam hora no rosto de uma hora na outra. Deixaram minha rola limpinha, depois uma começou a lamber os lábios e as boxexas uma da outra ai painho que delícia de esperma o Fernando aplaudiu nossa cena, o Fernando disse agora é minha vez pegou minha filha e perguntou você é virgem.
 sou virgem ainda então ele me perguntou que eu tire ou você, eu disse claro que sou eu apesar, ela é minha filha coloquei ela de pernas abertas e comecei a chupar toda sua bucetinha que poucos pentelhos finos tinha ela então disse ai papai vou gozar e gozou eu coloquei minha lingua todinha em sua xoxota e senti tremer com espasmos alucinantes, parei de chupar e direcionei a minha rola na entrada de sua xoxotinha a Flávia veio e começou a chupar seus seios, o Gustavo a beijar a sua boca minha filha urrava minhava arcava de prazer quando fui penentrando até entrar toda ela rebolava o quadril e derrepente um filete de sangue sai de sua xoxota, tirei a virgindade de minha filha, naquele dia comi a filha do Gustavo sua xoxota seu cuzinho fizemos uma dupla com a Flávia só minha filha não tomou nu cuzinho pois ela e muito apertadinha mais estamos treinando seu cuzinho com vibradores para no próxima transa comermos o cuzinho não demorou muito mais isto em outro conto.


Entre irmãos

Olá amigos leitores, minha historia é muito excitante aos olhos estranhos, devo confessar que aos meus também, principalmente quando bate a excitação, pois sempre lembro do passado com enorme prazer e desejo, sendo que, posteriormente ao ato de masturbação bate o grande sentimento de culpa e arrependimento. Passado o êxtase do sexo entre irmãos, este ato torna-se algo que realmente machuca. Hoje, anos apos, é difícil lembrar de toda instintual e impensada aventura sem sentir um imenso arrependimento, uma amargura sem igual. Tenham absoluta certeza meus caros amigos leitores, aqueles que escrevem historias de incesto com finais patéticos, do tipo, então, após meu irmão gozar dentro de mim se beijamos loucamente como dois amantes, muito satisfeitos, felizes da vida, já excitados imaginando a próxima, pregam uma grande mentira, pois irmãos que venham a fazer sexo na real sabem o quanto o pós-prazer é doloroso e nojento, não existindo nada de alegria após o êxtase de um orgasmo fraterno, existe sim um imenso vazio amargo, um arrependimento de morte. Sexo entre irmãos é movido pelo tesão do proibido, do ilegal, não existindo ternura alguma após o ato. Esta é a verdade definitiva, assim são as verdadeiras historias reais de incesto. Na época do fato eu estava com 23 anos, tinha um corpo muito excitante aos olhos masculinos embora não fosse nada fora do normal, com estatura baixa de 1,54m, 46kg, olhos e cabelos castanhos escuros, meu estilo é mignon. Meus seios eram médios para grandes, bem firmes, sendo que, o que realmente encantava os homens eram minhas grandes aréolas escuras com grandes bicos pontudos e suculentos (segundo os homens), mais pareciam numa comparação grosseira duas chupetas de mamadeira. Minha bunda 
sim
, essa era imensa, meu apelido entre as amigas mais chegadas era saúva, pois alem de uma bunda enorme de 104cm, esta era muita arrebitada, meu porte pequeno fazia com que me destacasse, pois bunda não faltava. Minhas coxas eram grossas e minha boceta era pequena, embora meu clitóris fosse avantajado, possuía pentelhos negros, não muitos, mas bem visíveis já que não me depilava tão constantemente. Meu irmão, era um menino bonito, já com forma de homem, pelos pelo corpo, na fase áurea do tesão, um grande batedor de punhetas. Nesta fase, eu comecei a perceber que meu irmão olhava para mim com olhos diferentes, olhos muitas vezes notadamente tarados, comecei a notar o tesão que aquele rapazola sentia por meu corpo, porem considerava normal, pois ate ai então não passava disso. Com o passar do tempo começaram a ocorrer fatos que me trouxeram muita excitação, mas que com toda certeza também trouxeram enorme arrependimento e amargura ao fim de cada um deles, porem aqui vou discorrer no que foi excitação, tesão, pois a parte amarga da historia não interessa aos leitores. Estes são os fatos: Desde que meu irmão nascerá sempre fora muito comum o fato de eu andar pelada em sua frente, pois notei que este me olhava diferente, me senti sem jeito e passei a evitar ficar pelada, nunca mais me mostrando desnuda aos olhos de meu irmão, o que só contribuiu para que seu tesão aumentasse. Lembro-me de certa ocasião em que assistíamos tv, meu irmão num sofá diagonal ao meu, eu com uma saia jeans descuidadamente fiquei com as pernas abertas, percebi que meu irmão me fitava muito, não tirava os olhos de minha boceta tapada com uma calcinha branca de seda, ao notar fechei as pernas rapidamente, mas aquilo me deixou excitada, embora me repugnasse a idéia eu sentia tesão, estava com a boceta inchada e molhada após perceber o quanto meu irmão estava excitado me olhando, senti prazer em saber que era desejada, que deixava meu jovem irmão de pau duro. Quando eu ia tomar banho de sol no pátio, notava que meu irmão passava a tarde toda rondando, ficava maluco fitando minha enorme bunda exposta ao sol, quando eu levantava e saía caminhando pelo pátio ele me seguia, acompanhava meu enorme bumbum robolando dentro do minúsculo biquíni que usava em casa. Certo dia, enquanto tomava banho de chuveiro percebi que pelo buraco da fechadura alguém me espionava, era meu irmão, o único presente em casa naquele momento, aquilo me deixou primeiro com raiva, depois com vergonha e a seguir com muito tesão, decidi relaxar, dei um espetáculo, deixei a porta do Box aberta e me ensaboei na frente dele que a tudo assistia pelo buraco da fechadura; acariciei meus peitos bicudos, esfreguei minha bunda, lavei a boceta demoradamente, me agachava rebolando o bumbum, eu sabia que atrás da porta numa pratica típica de um clássico voyeur lá estava ele, alucinado, se deliciando, enxergando claramente meu corpo desnudo, todo ensaboado, há muito tempo meu irmão me espionava no banho, desde que parei de ficar nua em sua frente, meu irmão adorava me ver pelada no chuveiro, passou a fazer isso todos os dias. Após sair do banho notei que ele estava sem fôlego, entrou rapidamente no banheiro com enorme volume entre as pernas, lá permanecendo por algum tempo. Tornou-se comum o fato de meu irmão me espionar pelada, eu fingia que não percebia, ele fazia isso na hora de meu banho e em meu quarto, enquanto me trocava, eu provocava muito, pois experimentava minhas minúsculas calcinhas e passava creme nos seios, meu irmão chegava a passar mal. Determinado dia eu percebi que logo após me trocar, meu irmão entrou rapidamente no meu quarto, dirigindo-se imediatamente depois ao banheiro, morri de curiosidade, decidi espiona-lo, e para minha enorme surpresa flagrei meu irmão batendo punheta cheirando minhas calcinhas recém usadas, enxerguei perfeitamente ele esfregando a peça no nariz, respirando fundo, também esfregava a peça no pau, colocava no nariz e enlouquecia com o cheiro de boceta. Pela primeira vez pude ver o jovem cacete de meu irmão, que era normal de tamanho, nem muito grande nem muito pequeno, bastante pentelhudo e extremamente ereto. Não demorou para eu ver meu irmão jorrar muita porra, muitos jatos de leite enquanto cheirava e lambia minhas calcinhas sujas. Outro fato muito excitante ocorreu em uma noite de verão, enquanto eu dormia apenas de calcinha (destas pequenas, mas que tapam a bunda) e blusinha basica; meu irmão aproveitando-se do fato de minha porta estar apenas encostada adentrou meu quarto, eu percebi, no entanto fiz que dormia, apenas para ver o que se sucederia, meu irmão pode me ver claramente apenas de calcinha e blusinha, pois a luz da televisão ligada me mostrava perfeitamente, eu de bruços com a bunda exposta. Meu irmão notadamente alucinado ajoelhou-se ao lado da cama, fitou-me por alguns minutos, ofegante tomou coragem e levemente alisou a polpa de minha bunda, senti sua respiração forte, posteriormente começou a passar a mão em toda extensão da minha bunda, este precavido, tomando cuidado para não me acordar, ele apalpava com gosto passando o dedo pelo meu cu e chegando em minha boceta, isto tudo por cima da minúscula peça de roupa. Eu percebia tudo, pois com os olhos semi-abertos eu enxergava através do reflexo de minha janela. Meu irmão batia punheta apalpando minha bunda e coxas, posteriormente eu me virei de frente, meu irmão tomou um grande susto, guardou rapidamente o cassete e saiu correndo do quarto. Após o susto meu irmão esperou um pouco e retornou, agora me encontrando de frente, podendo ver claramente minha boceta inchada, ele percebia meus pentelhos negros, pois minha calcinha era branca, quase transparente. Aproveitando-se de minha posição, apalpou meus seios que estavam com os grandes bicos duríssimos quase furando minha blusa, meu irmão apalpava o seio inteiro e apertava levemente os bicos, isto o deixou maluco, chegava se contorcer de tanto tesão, logo após meu irmão alisou levemente minha boceta, pode perceber o quanto ele era inchada, meu grelo excitando estava duro, meu irmão me tocava e ao mesmo tempo batia punheta tendo que parar a todo instante, ou iria acabar gozando na minha cama; eu também estava muito excitada, mas consegui disfarçar, fazer que dormia. Após algum tempo novamente me virei de bruços, meu irmão tomou mais coragem, percebendo que meu sono era pesado pegou minha mão e fez com que alisasse seu cassete duro, percebi o quanto estava excitado, quase pirei, mas não mexia os dedos, deixava que ele fizesse com que eu alisasse, depois ele esfregou o pau na minha bunda e enfiou a mão por dentro de minha calcinha, alisando meu cú, levava o dedo ao nariz e cheirava, ficava louco com o cheiro de meu cú, posteriormente ele alisou minha boceta, sentiu o quanto estava molhada, levou o dedo molhado a boca provando o gosto de minha excitação, meu irmão ainda acariciou meus seios por dentro da blusa, e derrepente começou a gemer, percebi que ele estava gozando em sua bermuda, após se extasiar saiu rapidamente do meu quarto. Assim sucederam-se inúmeros fatos, meu irmão cada vez mais excitado, fissurado, eu me sentia assim também, pois a idéia de ser possuída pelo meu irmão trazia um misto de angustia, dor mental e acima de tudo tesão, muito tesão imaginando o proibido, o ilegal. Eram freqüentes as espionagens, as bolinações noturnas, as cheiradas de calcinha por parte de meu irmão com meu consentimento, até que determinado dia o fato que realmente mudou nossas vidas acabou acontecendo, a fantasia acabou tornando-se real, não houve como evitar o ato do incesto. Numa noite quente de fevereiro, eu e meu irmão encontrávamos-nos sozinhos em casa, pois todos haviam ido passar o fim de semana fora, como de costume, à noite sentamos a frente da tv, começamos a conversar variados assuntos, ate que naturalmente o assunto sexo foi surgindo. Achei que já era hora e o momento mais propicio para falar sobre as coisas que andavam acontecendo, precisava saber, pois psicologicamente estávamos afetados, porem muito mais estávamos fisicamente excitados. Comecei a indagar meu irmão sobre suas aventuras, se já havia estado com mulheres apesar de ser bem jovem, meu irmão respondia visivelmente constrangido, mas sem sombra de duvida já muito excitado. Eu tomei coragem e comentei que ja havia percebido o quanto ele me espionava e se excitava comigo, não sei o que deu em mim, mas me deixei dominar pela situação de excitação. Meu irmão ficou extremamente vermelho, não sabia o que falar, apenas sorria sem jeito, ele acabou confessando, disse que era muito carente, que adorava me olhar e que tinha varias fantasia comigo. Neste momento eu fiquei sem jeito, me senti estranha, comentei com ele que éramos irmãos, que não era bom tais sentimentos fantasiosos, e que apesar de eu também me imaginar sob tal situação sexual, me sentia muito mal depois de extasiada, pois o incesto machuca muito. Diante de minhas palavras sinceras, meu irmão concordou plenamente, agora já sem receio ou vergonha, falou que era exatamente assim que se sentia, mas que no momento da excitação não enxergava os limites entre o legal e o proibido, somente após o êxtase passava a refletir sobre tais sentimentos, tão moralmente nojentos. Após conversarmos sobre tais sentimentos, chegamos a conclusão de que estávamos muito excitados, que isto no momento era mais forte que qualquer sentimento de culpa, eu acabei falando para meu irmão: ----- Você acha que apesar de ser mos irmãos poderíamos ter uma relação? Meu irmão respondeu: ------Não sei, somos irmãos, será que poderíamos, como seria depois? Eu disse: ------È, depois talvez seja muito ruim, mas agora sinto vontade. Ele disse: ----Também sinto muita vontade, meu coração dói, mas sinto vontade. Eu estava fora de mim, não acreditando naquele dialogo, eu me sentia muito mal, muito constrangida, mas o tesão da situação era dominante, eu queria parar, minha moral mandava eu parar, mas estava muito excitada, minha boceta molhada fez com que a loucura seguisse. Eu disse: ----Podemos ter uma relação, mas depois guardaremos segredo, jamais tocaremos no assunto. Meu irmão, muito excitado, respondeu: ----Podemos sim, se você quiser, você é minha irmã, mas eu quero. Então, decidimos deixar o extinto agir, visivelmente sem jeito, cheguei perto de meu irmão, este ainda mais constrangido, nos olhamos, quase que sem coragem, encostei meus lábios nos seus, e após um momento de angustia mutua, nos beijamos loucamente, num beijo estranho, carregado de culpa e desejo, sua boca era proibida e gostosa, ali estava eu, uma mulher de 23 anos, beijando de língua meu irmão. A partir deste momento tornamos-se homem e mulher, já não mais importava o fato de sermos irmãos, percorri a sua boca, chupava seus lábios e língua, seus lábios inexperientes me deixavam ainda mais excitada, trocávamos chupões literais, podia sentir sua saliva, sua língua quente, eu mordiscava seus lábios a todo o momento, levantei meu rosto, meu irmão por instinto cheirava meu pescoço, lambia, chegando as minhas orelhas, o que me dava um calorão indescritível, ele mordia minha nuca, e logo voltava a minha boca, sugando minha língua com vontade. Nos beijamos sem parar, num ritmo muito quente, por alguns minutos. Após o longo beijo, nos encontrávamos em pé, muito abraçados, podia sentir o pau duro de meu irmão; porem percebi que ele não tomava a iniciativa de acariciar meu corpo, então peguei em sua mão e comecei a guia-lo, deslizando-a sob meu corpo, meu irmão entendeu, e deixou o receio de lado, começou alisando minhas costas, depois a minha barriga, finalmente chegando aos meus seios, ele começou a apalpar meus peitos com vontade, segurando-os com as duas mãos e apertando, ele estava maluco com aquilo, eu também, muito excitada, meus grandes bicos estavam duríssimos, aquela caricia me alucinava. Meu irmão é bem mais alto que eu, num determinado momento ele sentou na guarda do sofá, ficando a minha altura, então enquanto acariciava os seios, resolvi oferece-los estes, para que finalmente saboreasse minhas tetas gostosas, pois sei o quanto sonhava com isso. Então, com meu irmão olhando para mim, sentado na guarda do sofá, quase na altura de meus seios, eu decidi expô-los, levantei minha blusa e sutiã, fazendo com que meus lindos seios médios para grandes saltassem para fora da roupa como dois melões maduros, meu irmão na hora ficou alucinado, como se não acreditasse na visão, sentia-se sonhando, ele ficou apenas olhando por alguns minutos, totalmente encantado com a textura macia de minha pele, o tamanho e a firmeza, alem é claro da forma excitante de minhas aréolas escuras, de bicos pontudos muito grandes. Meu irmão então acariciou muito, apertou todo o seio e derrepente como se fosse uma criança esfomeada levou a boca e chupou o bico, ficando assim por um bom tempo. Eu estava excitadíssima, pois sentia tesão vendo-o me observar, me saborear; meu irmão chupou muito, literalmente mamou nas minhas tetas, ele chupava demoradamente os bicos, depois mordiscava, lambia o seio inteiro do centro para as extremidades, e tentava enfiar o seio inteiro na boca, beijava toda extensão deste; seguidamente ele trocava de um para o outro, saboreou os dois, derrepente os juntava com as mãos e esfregava no rosto, se perdia em meus peitos. Assim meu irmão ficou, saboreando minhas tetas por alguns minutos, enquanto eu me retorcia de tesão, gemia, segurava sua cabeça, meus seios estavam muito sensíveis. Após algum tempo, meu irmão se levantou, eu aproveitei e tirei sua camiseta, então ele esfregou por alguns instantes, seu peito jovem, com alguns pelos em meus seios, numa situação extremamente gostosa, meu irmão então deslizou a mão por minhas costas, chegando finalmente em minha bunda, a estas alturas seu cassete estava para furar sua bermuda, meu irmão apalpou minha bunda grande por cima de meu short, apertou minhas polpas, e começou a acariciar com as duas mãos, agarrando com força, passando a mão por toda extensão de minhas nádegas; aquilo estava maravilhoso, suas mãos me excitavam, ele gemia de prazer agarrando minha bunda, alisava, passava o dedo na altura do cu, era ótimo. Meu irmão levou a mão à frente, e acariciou minha boceta, meu short confortável demonstrava perfeitamente o quanto estava inchada, totalmente molhada, meu irmão acariciava meu clitóris, minha boceta toda. Deslizava sua mão por entre minhas coxas grossas, voltava a minha bunda, assim ficou me bolinado por algum tempo, ao mesmo tempo sentia e me dava um prazer muito intenso, sem que sequer houvesse tirado meu short e calcinha. Meu irmão estava alucinado de tesão, então eu acariciei seu cassete também, por cima da bermuda agarrei aquele pau duríssimo, pude sentir todo seu tesão, ele se retorceu, fechou os olhos enquanto eu alisava seu cassete; derrepente eu fiz com que ele se agachasse, ficando abaixo de mim, na altura de minha barriga; meu irmão compreendeu, me abraçou pela cintura, acariciou minha bunda e boceta novamente e começou a beijar minha cintura, na altura de minha vagina, posteriormente fez com que eu ficasse de costas e beijou minha bunda, mordeu minhas nádegas com alguma força, o que me fez grunhir de dor e principalmente tesão. Diante da situação, eu falei para meu irmão, afim de que sua coragem redobrasse, pois queria muito sentir sua língua em meus lugares pudicos: ----Abaixa meu short, sei o quanto você quer provar o gosto. Meu irmão nada respondeu, mas percebi sua explicita satisfação apos meu ordenamento, seus olhos brilharam, com as duas mãos primeiro baixou meu short, me deixando apenas de calcinha, sendo que esta visão fez com que salivasse, sentisse mais tesão ainda; minha calcinha era amarela, de algodão, pequenina, apertada, tapando apenas parte da bunda. Meu irmão beijou novamente minha boceta, agora apenas separada pela frágil calcinha, visivelmente encharcada, ele fez com que me virasse, quase enlouqueceu com o volume de minha bunda, mordeu novamente e enfiou o rosto entre as grandes nádegas, cheirando meu cu, mesmo sem tirar a calcinha. Estando eu mais uma vez de frente, meu irmão começou a baixar minha calcinha, a visão de minha boceta encantava seus olhos, os pentelhos encaracolados e negros, meu clitóris avantajado exposto, meus lábios rosados, a umidade proporcionada pelo ato sexual. Tudo colaborava para que meu irmão estivesse no céu, sendo que, com toda certeza, eu o acompanhava nesta jornada celestial. Decidi colaborar ainda mais, sentei-me no sofá de frente para ele, abri bem as pernas e arregacei o Maximo possível os lábios, com ambas as mãos, para que pudesse ver perfeitamente os detalhes de minha bela vagina, meu irmão ficou maravilhado, chegava a lamber os beiços, observava com cuidado minha boceta rosada de grandes lábios e clitóris exposto, meus pentelhos negros em minha pele morena clara; meu irmão foi alem, por conta própria decidiu me tocar, passou a mão em meus pentelhos, na minha vagina e enfiou o dedo lá dentro, tirando-o completamente molhado, sem se conter levou o dedo à boca, provando o gosto de meu liquido vaginal, aquela visão me deixou completamente enlouquecida. Então após dedilhar meu clitóris, meu irmão abaixou o rosto, indo de encontro a ela, beijando-a com os lábios, primeiramente os pentelhos, depois a virilha, finalmente deslizando a língua de leve no meu clitóris, eu estava maluca, exclamei em alto tom: -----Por favor, chupa minha boceta. Meu irmão prontamente atendeu meu pedido, começou a chupar com vontade, beijava-a como se estivesse beijando a boca de uma mulher, com longos chupões e linguadas, enfiava o clitóris inteiro na boca, lambia, mas não ficava apenas no grelo, chupava a boceta inteira, do inicio ao fim, enfiando profundamente sua língua. Deliciava-se sentindo meu liquido na boca, eu estava delirando, aquilo era maravilhoso, eu segurava sua cabeça fazendo com que chupasse e lambesse sem parar. Meu irmão derrepente enfiou um dedo em minha boceta, ao mesmo tempo em que lambia rapidamente meu clitóris, me deixando com as pernas bambas, me chupou por alguns minutos, sendo que tive que faze-lo parar, sob pena de ter um orgasmo ali mesmo, e assim cortar o barato dele, pois após o orgasmo, você cai na real, se dando conta, de que fez com a pessoa errada. Após chupar muito a minha boceta, meu irmão me pegou pela cintura e fez com que me virasse, me deixando de quatro no sofá, estava novamente maravilhado olhando minha bunda, meu cu, minha boceta numa posição diferente, aquilo era ótimo para ele. Passou o dedo em meu cu, chegou a penetrar um pouco, porem parou sob meu protesto, meu irmão cheirou o dedo, aquele cheiro de cu o fascinava, então lambeu e mordeu minhas grandes nádegas morenas, estas com algumas estrias devido ao tamanho grande, típica bunda brasileira, saúva, popozuda, muito gostosa; ele passava o rosto, enfiava o nariz e boca no meio da bunda e ali ficava, cheirando meu cu, derrepente enfiou a língua no ânus, lambendo muito quase me penetrando com sua língua, numa atitude de grande perversão, e acima de tudo tesão sexual. Eu novamente delirava, era ótimo sentir uma língua no cu, me deliciava sob tal situação de completa exposição anal. Meu irmão lambeu meu cu e novamente minha boceta na posição de quatro por mais algum tempo, sendo que decidi retribuir a delicia oral, sentei novamente de frente, mandando que ele ficasse em pé na minha frente. Meu irmão claramente percebeu o que queria, levantou-se com extrema alegria, satisfação facial, sabia que iria ser chupado; então eu alisei seu cassete duro por cima da bermuda, pegava no seu pau, abaixei a bermuda e senti o membro duríssimo por baixo de suas cuecas zorba, acariciei e levei a boca de encontro, beijei e mordi o membro, sem tirar sua cueca, meu irmão já delirava. Quando abaixei a cueca, fiquei encantada, aquele cassete jovem pulou para fora, pulsante, animado, excitado, eu me deliciei com a visão, era lindo, não muito grande, mas nem um pouco pequeno, duríssimo, cheio de pentelhos, era um pouco torto para esquerda e tinha um cabeção bem vermelho, parecia um cogumelo, a todo o momento escorria da cabeça o liquido lubrificador, o que me fazia delirar. Então o agarrei com a mão, passeio os dedos na extensão toda e apertei aquela cabeça linda, acaricie seu saco, suas bolas firmes ficaram em minha mão por algum tempo, punhetiei um pouco, mas parei rapidamente, pois meu irmão via estrelas com meus toques em sua glande, acabaria gozando em minha mão; então eu lhe disse: ---Você quer que eu chupe seu pau? Nem preciso dizer a resposta, meu irmão nem acreditava. Agarrei bastante o cassete, então cheguei bem perto e dei um suave beijo de leve naquela cabeça, após dei uma gostosa lambida, provando o liquido que escorria da cabeça, passei o membro duro no rosto, lambi novamente a cabeça, deslizando a língua pelo freio e canal seminal, derrepente dei uma mordida leve na cabeça, meu irmão já gemia de tanto prazer; então me empolguei de vez, dei uma gostosa chupada na cabeça de seu pau, chupava e lambia ao mesmo tempo, comecei a enfiar tudo que podia na boca, chupando com força, meu irmão começou um vai e vem gostoso, com o pau dentro de minha boca, eu tirava da boca e lambia dos lados, acariciando o saco com as mãos, depois fui até suas bolas, cheirei-as, lambi-as e depois enfiei na boca, meu irmão quase enfartou, se retorcia para não gozar ali mesmo; eu continuei chupando seu pau, meu irmão tirava e botava na minha boca, como se estivesse a fodendo, minha sucção estava tão forte que chegava a fazer um barulho alto. Meu irmão não agüentava mais, após algum tempo de chupada, percebi que ele iria gozar, então decidi parar, diminui o ritmo e tirei seu pau da boca, dando umas lambidas e beijos de leve, meu irmão respirava fundo, por muito pouco não gozou, estava com o pau como se fosse uma barra de aço, seu liquido lubrificante escorria, eu aproveitava para lamber tudo. Após esta chupada eu falei para meu irmão: ----Agora você vai me comer, enfia seu pau na minha boceta, não agüento mais a vontade de lhe dar. Meu irmão respondeu: ----Vou enfiar sim, quero fazer isso. Nem pensei em camisinha, pois a única pessoa em que realmente confiava, acreditando que não pudesse ter doenças ruins era meu irmão, há muito tempo eu tomava pílulas anticoncepcionais, pois desde os 19 anos levava uma vida sexual bem ativa. Eu me ajeitei no sofá, abri bem as pernas e fiquei esperando pela penetração de meu macho-irmão; um tanto inexperiente, meu irmão teve alguns problemas para introduzir-me o pênis, pincelou o pau no meu clitóris, mas não entrava de maneira alguma, tive que ajuda-lo, guiei-o ao lugar certo com a mão, e derrepente, aquele caralho duro, começou a deslizar lentamente para dentro de minha boceta super molhada. A sensação era muito estranha, estava com a boceta preenchida por um gostoso cassete, porem de meu irmão, pude sentir a pulsação do pau dentro de minha vagina, meu irmão estava adorando, eu também, derrepente ele começo a foder, tirava e botava suavemente, fiquei enlouquecida e disse: ----Me come, por favor, me fode todinha com muita força. Meu irmão se empolgou, acelerou e meteu rapidamente, tirando e botando na minha boceta, enfiava e ao mesmo tempo segurava meus seios, puxou minas pernas para cima de seus ombros, me arregaçando ao Maximo, eram fortíssimas estocadas em minha vagina, eu estava muito satisfeita com a realidade sexual que vivia naquele instante, ele me comeu por algum tempo assim, então antes de gozar ele disse: ---Fica de quatro para mim, quero lhe comer de quatro. Eu atendi seu pedido, me coloquei na posição de quatro como se fosse uma cadela no cio, minha bunda enorme o excitava mais ainda, meu irmão me penetrou com força, começou um rápido vai e vem, sempre me agarrando pela cintura, quase enlouqueci, meu irmão me fodendo com força, gemendo de prazer, minha boceta estava preenchida completamente, eu gemia baixinho com o pau dentro de mim, estava maravilhoso, seu caralho entrando e saindo rapidamente, suas mão alisando minha bunda, meu cu, era ótimo, quando ele tirava e recolocava, ouvia-se um barulho alto de sucção, proporcionado pela minha boceta, era uma trepada sensacional. Derrepente (após 3 minutos) meu irmão tirou o pau novamente, pois tentava retardar o gozo, assim como eu fazia, ele pediu, agora já sem vergonha ou receio algum: --Você deixa eu comer seu cu? Eu adoraria. Minha primeira reação foi negativa, mas logo pensei melhor e decidi que queria sim dar o cu para ele, apenas pedi para ter calma, pois embora eu não fosse virgem de ânus, sabia o quanto era desconfortável tal pratica se feito com alguém inexperiente, alguém afoito. Então na posição de quatro, abaixei bem os ombros, fiz força para abrir ao Maximo o cu, meu irmão ficou fitando, maravilhado, cheirou-o e passou a mão, depois enfiou o dedo vagarosamente lá dentro, posteriormente a língua, era muito bom. Então meu irmão novamente me agarrou pela cintura e pincelou a cabeça do pau na minha bunda, para cima e para baixo, esfregando na entrada, derrepente começou a introduzir a cabeça, gemi baixinho, pois doeu um pouco, mas estava muito gostoso, no inicio foi difícil, mas bem lubrificada logo a cabeça adentrou meu ânus e o pau inteiro sumiu, se perdendo por entre meu enorme e gostoso bumbum; quando estava tudo dentro, meu irmão começou a gemer, acelerou o ritmo e logo já estava num gostoso vai vem, ele segurava minha bunda, apertava, se deliciava no popozão, meu cu estava todo preenchido, minha pregas sob pressão, mas estava maravilhoso, meu irmão fodeu meu cu rapidamente por minutos, eu estava encantada, era incrível, meu irmão era ótimo, o que realmente me deixava intrigada e muito admirada, era a persistência de meu amante-fraterno, pois conseguia se controlar segurava o gozo como poucos homens que conheci, sendo que, pelo fato de ser novo e inexperiente, o normal seria gozar sem demora; então eu lhe disse: ----Agora, come mais um pouco minha boceta. Meu irmão rapidamente tirou do meu cu fazendo com que me retorcesse, pois doeu um pouco, enfiou rapidamente na minha boceta, nem ritmo frenético me penetrou por mais alguns minutos, quando sem mais ter forças para resistir ele exclamou: ----Não agüento mais, vou gozar! Eu percebi que não havia mais como esperar, meu irmão se acabaria, eu fui mais rápida, antes de sua ejaculação, gozei, mas gozei muito, eu lhe respondi, gemendo: ----Esta bem, espera só um minutinho, pois eu estou gozando, ai, ai, ai, que tesão, estou no céu, oh, não para gostoso, ai, estou me acabando. Eu havia gozado, me acabei total, mas antes de cair na real, ainda no êxtase do orgasmo eu falei para meu irmão: ----Goza então, mas não ai dentro, goza fora, no meu corpo. Eu preferia assim, pois apesar de tomar anticoncepcionais, não arriscaria de forma alguma, principalmente sendo meu irmão o parceiro sexual. Meu irmão, já sem mais resistência perguntou: ---Posso gozar em sua boca? Eu respondi, ainda sob efeito de orgasmo: ----Pode sim, goza na minha boca, quero provar o gosto de seu sêmen. Então, após ouvir o que queria, meu irmão tirou o pau de minha boceta, colocou-se em pé, eu rapidamente ajoelhei-me a sua frente, abri bem a boca, coloquei a língua para fora e observei uma rápida punheta de 10 segundos, o suficiente para meu irmão se retorcer todo e gemendo explodir num orgasmo alucinante, senti os fortes jatos de porra branca e salgada invadindo minha boca, eram fortíssimos, alem de ser muita porra. Alguma entrou direto em minha garganta, outra parte bateu em meus lábios, em meu rosto, ate nos meus olhos, parecia que meu jovem irmão estava urinando de tanto que gozava, lambuzou todo meu rosto, alem de me fazer engolir uma grande parte. Agora sim, havíamos gozado muito, saciado o tesão, ambos estavam extasiados, sexualmente satisfeitos, a fantasia acabara de ser realizada. Após os segundos de realização, começou o drama; após o gozo de meu irmão, dei-me conta do mal que acabara de fazer, me senti enojada, sai cuspindo seu esperma, indo em direção ao banheiro, com a mente pesada, em conflito, moralmente afetada, arrependida, eu chorei, sabia que aquilo não mais mudaria, o incesto estava concretizado; não foi diferente com meu irmão, este saiu para seu quarto, numa expressão de amargura, nojo de si próprio e da própria irmã, arrependimento pelo ato maldito. Não nos falamos mais naquele dia, a noite foi terrível, sentia em certos momentos, vontade de morrer. No dia seguinte mal se olhávamos, com o passar do tempo voltamos a relacionarmos normalmente como irmãos de verdade, mas jamais tocamos novamente no assunto, aquilo foi único, aconteceu e morreu ali, passou a ser proibido, um tabu, pois até hoje traz lembranças amargas. Apesar das lembranças amargas, nosso ato seguidamente traz lembranças excitantes, inspira tesão, é um constante combustível para gostosas masturbações, sendo que escrevo esta historia num momento de excitação, tesão. Espero chegar ao fim do conto neste estado, pois sei que caso tenha um orgasmo antes de conclui-lo, provavelmente este não será enviado e sim deletado, devido ao arrependimento, a tristeza da lembrança. Como eu disse no principio, amigos leitores, assim são as historias reais de incesto, nada de ternura no fim, apenas arrependimento posterior ao tesão. Minha historia é real, espero contato de quem realmente vivenciou isto e hoje sente amargura pelo ato consumado, pois sei que estes estarão falando a verdade, estes realmente terão vivido historias de sexo entre irmãos.